domingo, 6 de setembro de 2015
"Você pode observar a gentileza, a paz e a inocência que existem neste mundo, desde que compreenda que elas têm origem em si. É preciso encontrar uma maneira de fazermos jorrar a beleza da alma. Quando o seu olhar está no presente e os seus olhos riem, você brilha no mundo que vê e a luz do seu coração vai atrás de si. Isto é possível porque você é mais do que um simples corpo.
Seja ambicioso, seja determinado, seja focado. Saiba quem você é e aquilo que quer. Formule o seu propósito em palavras, grave-as no seu coração, repita-as na sua mente e, acima de tudo, viva-as e veja-as. A verdade é verdadeira. A felicidade é melhor do que a tristeza. Por isso, concentre-se na felicidade. Decida «hoje vou ser feliz» e é isso que vai acontecer. Não é necessário mais nada para se ser feliz." - Hugh Prather
sábado, 5 de setembro de 2015
"Quando julgo que aprendi como funciona a vida, esta muda e eu volto a ser o que era no ponto de partida. Quanto mais as coisas mudam, mais eu permaneço o mesmo. Parece que a minha vida é uma constante ironia de maturidade e regressão, mas a minha noção de evolução baseia-se na ilusão de que as coisas no exterior vão ficar na mesma e que, finalmente, ganhei algum controlo. Mas nunca haverá um meio para atingir um fim, apenas um meio. Foi em mim que comecei e, quando tudo acabar, só restarei eu." - Hugh Prather
"Uma gargalhada é o som mais bonito que existe à face da Terra. Quando ela soa no coração das pessoas, ecoa nas outras e tem sempre o efeito de as ajudar a sentirem-se mais próximas, a sentirem-se compreendidas e apreciadas. É como um pequeno duche de amor, uma bolha de felicidade que não se pode impedir de rebentar. Ela tem origem na paz, passa por um alívio na forma de estar e explode naturalmente. Uma natureza gentil não oferece resistência ao humor, porque vê a inocência que existe no mundo e não sente necessidade de o conter.
O verdadeiro humor é um manancial contínuo de felicidade, que as crianças têm amiúde. Você pode vê-lo com frequência nos olhos delas aguardando a desculpa mais fútil para o extravasar.
Obviamente, o humor não se restringe apenas às histórias, a dar respostas, a ser-se espirituoso. E raramente se encontra na troça e nas perguntas. Pode ser puro e abundante sem sequer tomar as formas convencionais. A noção de humor do ego requer que você compreenda o significado e que concorde com ele, rindo. E aqueles que não se riem não têm «sentido de humor». Isto é, claramente, uma outra maneira de comparar e julgar. O verdadeiro humor não se resume a um mero som na garganta. E nunca choca ou abala, nem faz com que as pessoas se sintam excluídas e tensas. Onde é que está a graça disso?
Muitas vezes, perdemos o sentido de humor à medida que os anos passam e os problemas se acumulam. As nossas pequenas anedotas baseiam-se cada vez mais na separação e são sofisticadas e amargas. Para onde é que foi a criança? Perdeu-se no medo e na seriedade. Aquilo que o ego não consegue perceber é que a felicidade não é frívola - a felicidade é séria.
Se ao menos soubéssemos evitar que as coisas se tornassem tão reais, o mundo dançaria diante de nós porque olharíamos para ele com olhos que dançam. Isto ainda é possível. Nós não vamos mudar o mundo. E há alguém que queira realmente ser tão arrogante? Não é suficiente ajudarmos aqueles que podemos ajudar?
Porque é que tantos adultos sorriem quando uma criança - qualquer criança - entra numa sala? Claro que há muitos que não sorriem, mas provavelmente aqueles que sorriem não esqueceram completamente a mente da criança, a maneira boa e saudável como uma criança muitas vezes se sente e reage. Portanto, seja um pouco divertido, um pouco descontraído, um pouco desprevenido. Volte à sua gentileza inerente e olhe com bondade para o mundo. O mundo é de facto um lugar divertido. É um filme dos irmãos Marx, no qual nada pode correr bem. Por isso, descalce os sapatos, recoste-se na cadeira e aprecie o absurdo que existe no mundo. Torne-se uma criança pequena. Não é necessário mais nada para se ser feliz." - Hugh Prather
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
"As armas são as ferramentas da violência.
Todos os homens decentes as detestam.
Por isso, os seguidores do Tao nunca as utilizam.
As armas servem o mal.
São as ferramentas dos que se opõem ao governo sábio.
Usem-nas, apenas, como último recurso.
Porque a paz e o sossego são o que mais acarinha o coração
do homem decente
e, para ele, nem uma vitória é motivo de júbilo.
O que pensa ser belo o triunfo
é aquele que tem vontade de matar
e aquele que tem vontade de matar
nunca se imporá no mundo.
É um bom sinal que a mais elevada natureza do Homem
se destaque.
E um mau sinal que se destaque a sua natureza mais baixa.
Com o massacre de multidões
vêm o desgosto e o pesar.
Cada vitória é um funeral.
Quando se ganha a guerra,
festeja-se em luto." - Wayne Dyer
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
"O perfeccionismo é uma morte lenta. Os ídolos e os ideais baseiam-se no passado. Se tudo acabasse por se tornar exactamente o que eu desejaria que fosse, tal como eu o planearia, eu nunca teria experiências novas. A minha visa seria uma repetição incessante de êxitos insípidos. Quando cometo um erro, vivo a experiência de algo inesperado.
Por vezes, reajo aos erros como se me tivesse traído a mim próprio. O meu medo de errar parece advir do pressuposto de que eu sou potencialmente perfeito e de que, se eu for muito cuidadoso, não cairei do céu. Mas um erro é uma manifestação da minha maneira de ser agora, uma sacudidela às expectativas que estabeleci inconscientemente, uma advertência para a verdade de eu não estar a lidar com os factos. Quando eu dou ouvidos aos meus erros, eu cresço." - Hugh Prather
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
"A gentileza não é uma protecção física. É um modo de pensar. Só a mente é que pode envenenar o dia. O dia não consegue envenenar a mente. Uma mente verdadeiramente gentil vai permanecer feliz até em circunstâncias difíceis. Mas se a gentileza é interpretada como se significasse que nós criámos uma atmosfera na qual estamos imunes ao risco de sermos magoados, isto não é gentileza, mas sim enganar-se a si mesmo. Qual é a lógica de nos deslocarmos a um bairro perigoso para demonstrarmos que somos gentis? Praticar a gentileza também não implica que devamos continuar a viver uma situação em que estejamos a ser enganados ou que devamos continuar a fazer compras numa loja em que os empregados sejam mesquinhos.
Se valorizamos o nosso estado de espírito, tomamos as medidas necessárias para o protegermos. Obviamente, isto não inclui dizer coisas que possam ser mal compreendidas ou fazer coisas que possam ser mal interpretadas. A razão que nos leva frequentemente a praticar mais vezes o mal do que o bem é a de não pararmos para ver o que é que a outra pessoa deseja realmente. As pessoas gentis são também conscienciosas consigo mesmas e não fazem ofertas desnecessárias.
A gentileza pode ocupar-se de qualquer assunto sem causar dano, sem desejar mal nenhum. Ela não vê mal nenhum num rosto, numa palavra, num maneirismo, numa frase, numa opinião. Ela não condena a fraqueza nem receia a raiva. Também não se esconde do mundo nem está contra ele. Adapta-se, faz concessões, compreende, não tem de provar nada. Por isso, permanece ela própria. É tudo o que é necessário para se ser feliz." - Hugh Prather
terça-feira, 1 de setembro de 2015
"Aquele que guia um líder de homens nos usos da vida
preveni-lo-á contra o uso das armas na conquista.
As armas viram-se, muitas vezes, contra quem as empunha.
Onde estacionam os exércitos,
a natureza nada oferece além de rosas selvagens e espinhos.
Depois de travada uma grande batalha,
a terra fica amaldiçoada e as colheitas perecem,
a terra fica roubada da sua capacidade de ser mãe.
Depois de teres alcançado o teu propósito,
não deves ostentar o teu êxito
nem gabar-te da tua capacidade.
Nem deves sentir-te orgulhoso.
Deves, antes, lamentar que não tenhas
sido capaz de impedir a guerra.
Nunca deves pensar em conquistar os outros pela força.
O que se impõe pela força cedo cairá.
Não está em harmonia com o Caminho.
E quando não se está em harmonia com o Caminho,
o fim chega depressa.
Devemos renunciar às atitudes de gabarolice ou de nos acharmos superiores por tudo o que é conseguido pela força. Lembre-se de que aquilo que for alcançado desse modo dá origem a uma força de sentido contrário, que irá fazer com que, no fim, a sua vitória se transforme em derrota. Se, de alguma maneira, sente que não teve outra opção a não ser recorrer à violência, para se proteger e àqueles que ama, retire-se, de imediato, para uma posição que não lhe permita gabar-se e festejar. Prometa, solenemente, que fará por restaurar o equilíbrio do amor onde antes houve ódio e faça tudo o que estiver ao seu alcance para reparar todos os danos que resultaram do seu uso da força. Este é o Caminho. Também é designado por wu-wei, ou seja, «não forçar», o que significa escolher a linha da menor resistência nas nossas acções. Ao fazê-lo, criará mais força." - Wayne Dyer
Subscrever:
Mensagens (Atom)






